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Como escapar da MATRIX manipuladora de mentes humanas (texto)

Pois é amigos!

Tudo começa com a construção de uma base sólida bem no interior de nossas mentes, o que conseguiremos por meio de um processo de educação responsável

E quando nos propomos ao exercício desse tipo de educação responsável, que deveria ser o objetivo comum de todas as escolas, temos que ter em mente a escolha cuidadosa dos caminhos que garantam o tripé dessa mudança social.

Quais são eles:

A garantia da aprendizagem real de todos os alunos, independentemente de suas condições intelectuais, comportamentais e cognitivas, sempre a partir dos seus “pontos de entendimento” - isso vai formar a sua base intelectual;

A identificação e estímulo de suas habilidades e competências, para preparar a sua autonomia, principalmente nos que possuem alguma dificuldade de aprendizagem ou qualquer transtorno do neurodesenvolvimento – isso vai garantir a sua subsistência futura; e

A promoção da socialização, para desenvolver a capacidade de compreensão das diferenças, o exercício do respeito ao outro e a construção da cultura do caráter. – isso vai garantir a convivência harmônica entre diferentes e, inclusive, entre opostos.

Como o sistema dominante, o que tenta implantar a tal MATRIX, não quer pessoas inteligentes, autônomas e nem felizes uns com os outros, esse terceiro objetivo nem sempre é fácil de ser passado para os alunos.

A péssima influência externa tenta, a todo custo, eliminar os valores humanos, destruir as famílias, instigar pessoas umas contra as outras, ridicularizar a honestidade, o caráter e o respeito pelos outros.

Mas se conseguirmos implantara a cultura do caráter, pelo exercício dos valores humanos, criaremos a estrutura familiar fundamental para uma sociedade saudável, produtiva e feliz.

E é nesse ponto que as duas instituições, escola e família, precisam manter um diálogo permanente, para efetivar essa parceria e, tão importante quanto essa parceria, estabelecerem suas responsabilidades, suas competências e, principalmente, seus limites.

À escola cabem os três objetivos que listamos, para garantir a todos os seus alunos: Aprendizagem real; Desenvolvimento das habilidades e competências necessárias à autonomia; e Socialização.

À família cabe a educação doméstica, os cuidados com a saúde, e o ensino dos valores, considerados como básicos e fundamentais, pelos pais ou responsáveis.

Surge agora, naturalmente, um desafio importante!

Cada grupo social elege seus valores de acordo com a sua cultura, a sua vivência e as suas experiências de vida.

A partir desses valores surgem as diferentes linhas de pensamento, de opções de vida, de escolhas, de crenças, de filosofias de vida, de ideologias políticas e sociais, tudo isso, durante a formação da criança e do adolescente, sempre sob a responsabilidade da família.

Essa diferença de ideias, gostos e pensamentos é bastante saudável, desde que haja respeito pelas ideias dos outros e, assim, todos possam compartilhar pensamentos, opções de vida, ideologias, crenças, como ampliação do nosso horizonte de conhecimento.

Isso não quer dizer que cada um deve mudar os conceitos dos outros. Nada disso. Conhecer e compreender a forma de os outros pensarem significa crescimento intelectual e cognitivo, mesmo que nada mude em nossas próprias convicções.

Em alguns países, como não existe a liberdade do pensamento, esses valores são determinados pelo Estado e ficam sob a responsabilidade da escola, onde os professores são os doutrinadores, não sendo permitido, às famílias, qualquer interferência.

São, por exemplo, os países onde a religião é proibida, onde a única ideologia política autorizada é a do Estado e onde não é permitida a divulgação de pensamentos contrários ao regime vigente.

Nesses países, nada do que eu disse antes é válido.

Mas como ainda não nos transformamos em algo desse tipo, temos que aproveitar enquanto ainda podemos ter o prazer de viver, conviver e compartilhar nossa missão, nessa vida, com amigos diferentes de nós, que pensem diferente, que tenham ideias diferentes, que tenham gostos diferentes e, por vezes, até contrários e parecendo, inclusive, contraditórios.

Eu disse prazer de conviver com o diferente, porque só assim podemos crescer em conhecimento, em entendimento de mundo e, mais que tudo isso, em entendimento sobre nós mesmos.

Mas se nós não evitarmos que, pessoas desejosas de assumirem o poder supremo, ou a corrupção suprema, usem essas diferenças, para dividir as pessoas e incitar o ódio e os conflitos, poderemos estar, um dia, vivendo em uma “matrix”, totalmente controlada pelo Estado, como bem nos alertaram Aldous Huxley e George Orwell, em suas obras 1984 e Admirável Mundo Novo.

Aí nunca mais saberemos o que significa o prazer e a felicidade da liberdade nem da diversidade, seja de atitudes, opções de vida, ideologias ou pensamentos.

E essa divisão de pessoas em “nós e eles” é a maneira que esses grupos usam para iniciar a construção dessa matrix dominadora.

É o início da criação de grupos antagônicos, na realidade, criar o antagonismo entre grupos, para que todos se desentendam entre si, mas de uma forma a mais violenta possível, desestabilizando o emocional de todos e, assim, ficando mais fácil manipular as mentes.

Nosso papel, e temos que ser rápidos nisso, é o de eliminar esse mal pela raiz, em um trabalho de construção da cultura do caráter desde a educação básica, para que nossos jovens possam ter uma formação saudável em todos os aspectos, do orgânico ao psíquico, já que o equilíbrio entre corpo e mente, pelo fato de estabilizar todo o aspecto emocional, dificulta muito a manipulação negativa.

Um jovem bem formado de corpo e mente será um jovem bem resolvido consigo mesmo e, portanto, capaz de estar bem resolvido com seus pares, sua família, seus amigos e seu cônjuge.

Aí ficará mais fácil, para nós, mostrarmos quais são os principais valores para coibir a incitação ao ódio e a provocação dos conflitos e, assim, termos uma sociedade melhor:

O primeiro é a humildade para entendermos que nenhum de nós tem inteligência suficiente para ser o dono da verdade!

Todas as vezes que assumirmos uma opinião qualquer, precisamos da humildade para analisar quantas pessoas pensam de forma diferente ou até oposta à nossa.

E aí vamos analisar se todas essas outras pessoas são mesmo burras, ignorantes, idiotas, ou se existe alguma possibilidade de nós estarmos um pouco enganados!

O segundo valor, então, é o respeito pelas diferenças.

Exatamente devido a essa análise, que nós só conseguiremos fazer se tivermos muita humildade, precisamos respeitar e compreender o diferente, até mesmo para entendermos quais são as suas premissas e, com isso, aprendermos mais sobre a vida.

Entrar em conflito, para tentar mudar a opinião do outro, elimina a possibilidade de virmos a aprender algo a mais, e de analisarmos premissas que nem sabíamos de suas existências.

Isso não significa que mudaremos de opinião.

Isso só significa que cresceremos em conhecimento, inteligência e sabedoria, que é um excelente caminho para que cada um se sinta satisfeito consigo mesmo, com o outro e, naturalmente de bem para com aa vida.

Juntem-se a nós, em nossos minicursos mensais, o próximo será 15, 16 e 17 de setembro, das 19 às 21:30, que é a forma que temos de compartilhar, com o máximo possível de pessoas de bem, todo o conhecimento necessário para o enfrentamento desses desafios e, assim, contribuirmos para uma sociedade melhor, não só para nossos filhos, mas também para nós mesmos. Ainda dá tempo!

Forte abraço!

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