Reflexões sobre o Sentido da Vida


Amigos,

Qual o sentido da vida? O que somos? Quem somos? Por que somos? Temos uma missão ou estamos aqui por mero acaso? Somos uma evolução ou somos uma criação?

Dar uma resposta para isso é o desejo de muitos cientistas, entre eles Stephen Hawking, em seu livro “O Grande Projeto”, quando ele disse que, em sua obra, essa resposta não será 42!

42?

Sim! Quem leu o “Guia do Mochileiro das Galáxias” de Douglas Adams, sabe que, ao perguntarem ao robô sobre o sentido da vida, do universo e tudo mais, ele deu um prazo de milhares de anos para realizar os cálculos e descobrir a resposta. Ao final, sua resposta foi: 42!

Mas não pretendemos ir tão longe! Nem imitar Douglas Adams, nem tentar explicar as ideias de Stephen Hawking!

Queremos coisa mais leve, coisa mais dentro de um entendimento normal, bem próximo de nossos sentimentos e emoções.

E para isso vamos procurar entender, inicialmente:

Quem você é, ou o que você é, de fato para, em seguida, entender como fazer para se comunicar com o seu próprio eu!

Sempre acreditamos que somos uma unidade única, que somos donos de nós mesmos, e que controlamos nossas ideias, nossos pensamentos e nossos impulsos.

Nada disso!

Somos um imenso conjunto de quase 100 trilhões de seres vivos, vivos mesmo, e que chamamos de células.

E tem mais!

Tudo o que pensamos, fazemos, falamos e decidimos, nada mais é do que o resultado de uma infinidade de cálculos, realizados por uma programação de algoritmos complicadíssima, tudo isso processado por milhões de redes neurais, em parceria com essas trilhões de células espalhadas por todo o nosso corpo!

Isso tudo somos nós! Ou seja: gerenciamos essa infinidade de seres, cada um deles com sua própria programação de vida e todos imprescindíveis, para que o conjunto, ou seja, aquilo que chamamos de “eu”, em cada um de nós, possa existir!

Para controlar tudo isso existe um comando central. A ciência médica, contestando alguns filósofos, tirou esse controle do coração e o levou para o cérebro.

Mas parece que os filósofos estavam certos... Pesquisas recentes contestam os contestadores e levam o controle central de volta para o coração.

Essa é a nova realidade, que vem sendo estudada desde que foram identificadas sérias mudanças de comportamento, personalidade e temperamento, por parte de pessoas que receberam um coração transplantado.

Em outro momento falaremos sobre isso.

Nosso cérebro, então, pode ser entendido como?

A fabulosa máquina que processa todas os comandos motores, pensamentos, raciocínios, decisões e tudo o mais.

Tudo, entretanto, de acordo com uma característica pessoal, uma identidade real, um eu verdadeiro que, ao que tudo indica, está no coração.

E imaginem que no coração temos apenas 40.000 células neurais, mas essas 40.000 emitem um campo magnético 5.000 vezes mais intenso que todo o campo magnético emitido pelas quase 100 bilhões de células neurais existentes em nosso cérebro!

Ou seja, o coração tem uma importância fundamental no comando da nossa mente, embora ele tenha sido estudado, durante tanto tempo, como uma simples bomba para fazer circular o sangue pelo corpo...

Somos, então, o que nosso coração é!

Saber disso já é um bom começo, para darmos a devida importância a esse órgão.

Sabemos que nossas emoções são sentidas pelo coração. Isso é muito claro para nós.

Então, estarmos bem, emocionalmente, pode ser a chave para que toda a nossa mente, que engloba o coração, o cérebro e todo o DNA espalhado por todo o nosso corpo, funcione em toda a sua plenitude!

Mas quem, ou o que, vai estimular toda essa máquina, composta por corpo e mente, a cumprir corretamente suas programações, evitando assim todos os males comuns em nosso dia-a-dia, incluindo doenças, neuroses, tristezas, angústias, estados depressivos, e tudo o mais?

É exatamente aí que entra a nossa consciência! A consciência programadora.

Se nos dedicarmos a dar o devido valor ao coração e a todas as nossas células, estaremos programando uma vida mais saudável e mais feliz.

E se fizermos isso diariamente, teremos vida saudável e feliz diariamente!

Então basta começar o dia com uma concentração mental forte, direcionada ao coração e a todas as células do corpo, procurando sentir a vibração de todas elas.

Isso pode ser feito ainda na cama, antes de levantar, para que nenhum músculo esteja sendo utilizado, ou seja, relaxamento total.

Ao sentir a vibração das células é como se todas elas estivessem respondendo ao nosso chamamento, para que, a partir daquele momento, suas energias estejam sendo utilizadas para o bem de todo o organismo.

No início pode ser que sejam sentidas poucas vibrações. Por vezes sente-se apenas a vibração das células dos pés. Mas com o passar dos dias o efeito já é sentido por todo o corpo.

E durante essa vibração mentalize seus melhores desejos, porque essa energia transpassa o corpo e se projeta no ambiente e nas pessoas.

Imagine sua saúde perfeita, sua memória perfeita, sua capacidade de amar a si mesmo e sua capacidade de compartilhar seu amor com os outros e com o mundo, etc. Imagine tudo de bom!

Imagine sua prosperidade, o sucesso de todos os seus empreendimentos, estudo, trabalho, família, amigos.

E se lembre de passar alguns minutos em silencio, curtindo essa vibração celular, cujo prazer se torna mais intenso a cada dia.

É você se comunicando com todo o seu ser, com a sua verdadeira essência de vida.

É você gerando, com a parceria de todas as suas células, a energia do seu amor interior. Esse amor que traz sentido à sua própria vida e que, ao ser compartilhado, levará também, aos outros, mais sentido para as suas vidas.

Esse é o primeiro passo para a construção do amor interior, que vai ser imprescindível, para a harmonia entre mente e corpo.

Essa harmonia vai ajudar bastante na compreensão de todos os desafios que possam aparecer daqui por diante.

A partir dessa sensação de prazer diária, suas próprias células estarão agradecendo essa parceria, e o conjunto corpo e mente estará trabalhando a seu favor.

Esse processo pode ser entendido como o da construção do verbo fundamental, que traz, como sentido da vida, seus três componentes básicos:

Amar – Conhecer – Compartilhar

Amar, porque você cria, de forma permanente, o seu amor interior.

Conhecer, porque você se conhece, a cada momento, de forma mais intensa e verdadeira.

Compartilhar porque, só em sentir amor e criar conhecimento, você já compartilha tudo isso com o outro e com o ambiente.

E assim, não só você, mas também quem está com você, terá a oportunidade de trilhar a estrada da felicidade.

Pensem muito nisso, amigos!

E sejam felizes!


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